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	<title>Raul Marcelo Deputado Estadual - PSOL / SP</title>
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	<description>Página com as informações do mandato do Deputado Estadual Raul Marcelo do PSOL de São Paulo</description>
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		<title>Ruralistas “cavam” prorrogação da CPMI contra o MST</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Jul 2010 17:13:08 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[MST]]></category>
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		<description><![CDATA[O presidente do Senado Mão Santa (PSC-PI) aprovou, ontem (14/7), o requerimento encabeçado pelo deputado da bancada ruralista Onyx Lorenzoni (DEM-RS), que prorroga por mais 180 dias a CPMI (Comissão Parlamentar Mista de Inquérito) contra o MST.
Instalada em dezembro do ano passado, por iniciativa dos parlamentares ligados ao agronegócio, a CPMI investigou a suposta ligação [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente do Senado Mão Santa (PSC-PI) aprovou, ontem (14/7), o requerimento encabeçado pelo deputado da bancada ruralista Onyx Lorenzoni (DEM-RS), que prorroga por mais 180 dias a CPMI (Comissão Parlamentar Mista de Inquérito) contra o MST.<span id="more-2608"></span></p>
<p>Instalada em dezembro do ano passado, por iniciativa dos parlamentares ligados ao agronegócio, a CPMI investigou a suposta ligação entre entidades da reforma agrária e ministérios do governo. Foram realizadas 13 audiências e auditadas contas de dezenas de cooperativas de agricultores e associações de apoio à reforma agrária. Após oito meses de trabalho, a relatoria CPMI concluiu que não há desvio de dinheiro público para a ocupação de terra no Brasil. O relator da comissão, deputado federal Jilmar Tatto (PT/SP), chegou a afirmar que “foi uma CPMI desnecessária”.</p>
<p>Contrariados, porém, os parlamentares que integram a bancada ruralista decidiram coletar assinaturas para garantir a prorrogação. Desde a CPMI da Terra, que ocorreu em 2005, os ruralistas insistem na tentativa de demonstrar irregularidades em convênios entre órgãos estatais e cooperativas, visando prejudicar os movimentos sociais que cobram a realização da reforma agrária e impedindo assessoria técnica e prestação de serviços à comunidade.</p>
<p>Para o deputado Raul Marcelo, que coordena a Frente Parlamentar Estadual pela Reforma Agrária, na Assembléia Legislativa de São Paulo, a única intenção desta CMPI é inviabilizar qualquer forma de luta pela democratização do acesso à terra. “O que a bancada ruralista deseja é perpetuar esse clima de suspeita sobre todos aqueles que lutam pela reforma agrária e, em destaque, sobre MST. Este é mais um episódio da persistente política de criminalização dos movimentos sociais, pautada pelos interesses de poderosas transnacionais do agronegócio”, alerta o deputado.</p>
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		<title>Alagados, abandonados, removidos</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Jul 2010 02:42:28 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Na mídia]]></category>
		<category><![CDATA[enchentes]]></category>
		<category><![CDATA[reforma urbana]]></category>

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		<description><![CDATA[BRASIL DE FATO &#8211; Patrícia Benvenuti &#124;
Poder público aproveita inundação de bairros da zona leste de São Paulo ocorrida em dezembro para pressionar por saída de moradores e alimentar a especulação imobiliária na região.
Seis meses depois das enchentes que alagaram a região da várzea do rio Tietê, na zona leste de São Paulo (SP) – [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>BRASIL DE FATO &#8211; Patrícia Benvenuti |</p>
<p>Poder público aproveita inundação de bairros da zona leste de São Paulo ocorrida em dezembro para pressionar por saída de moradores e alimentar a especulação imobiliária na região.<span id="more-2600"></span></p>
<p>Seis meses depois das enchentes que alagaram a região da várzea do rio Tietê, na zona leste de São Paulo (SP) – matando oito pessoas e atingindo de quatro a cinco mil casas –, a tranquilidade ainda não retornou à vida dos moradores. Ao contrário: em vez de reconstruírem o que foi levado pela enxurrada, as famílias afetadas travam uma batalha para não perderem suas moradias, ameaçadas por mais um projeto de reurbanização da capital paulista.</p>
<p>A região foi escolhida para abrigar o que já se anunciou como o maior parque linear do mundo, o Parque Várzeas do Tietê. Parte de uma política compensatória para os danos ambientais causados pelas obras de ampliação da Marginal Tietê, o local terá, segundo informações oficiais, 107 quilômetros quadrados e 75 quilômetros de extensão, com 33 núcleos de lazer, cultura, turismo e esporte.</p>
<p>Treze prefeituras, além do governo estadual, participam do empreendimento, que contará com investimentos de R$ 1,7 bilhão. A previsão é de que a primeira parte do projeto esteja concluída em 2012, e que o final da obra ocorra até 2014, ano em que será realizada a Copa do Mundo no Brasil.</p>
<p>A implementação do parque, porém, demandará a retirada de milhares de pessoas da área. De acordo com a prefeitura de São Paulo, três mil famílias deverão ser reassentadas em função das obras. Já os moradores garantem que o próprio poder municipal afirmou a eles, em reunião, que serão 28 mil as famílias removidas.</p>
<p><strong>Chuvas</strong><br />
Maria Zélia Souza Andrade, integrante do Movimento Terra Livre e moradora da Chácara Três Meninas, uma das comunidades que será atingida pelas obras, explica que a tensão das famílias começou bem antes do lançamento oficial do projeto, em julho de 2009.</p>
<p>De acordo com ela, ainda em 2007 a prefeitura paulistana iniciou a demolição de algumas casas no local, juntamente com a apreensão de material de construção dos próprios moradores. “Ouvia-se comentários sobre o parque, mas nada de oficial”, conta. A situação se agravou, segundo a moradora, depois das enchentes ocorridas em dezembro do ano passado, que alagaram de oito a nove mil residências. Sob alegação de que as casas estavam situadas em áreas de risco, a prefeitura iniciou a demolição de uma série de moradias.</p>
<p>Maria Zélia garante que houve grande pressa do poder municipal em realizar as demolições, que teriam sido facilitadas pelas enchentes. A moradora relembra as denúncias de que a própria prefeitura seria a responsável pelas inundações, ao ordenar a abertura das barragens em Mogi das Cruzes (cidade a cerca de 60 quilômetros da capital) e o fechamento da barragem da Penha (bairro da zona leste paulistana), evitando, assim, alagamentos na marginal Tietê. “A gente conversou com quem mora aqui há 50, 60 anos, e nunca tinha alagado a casa delas. E dessa vez [em dezembro] alagou”, explica. (leia mais)</p>
<p>Os moradores também reclamam que, até agora, não houve indenização pela perda das casas. A reportagem entrou em contato com a Secretaria Municipal de Habitação (Sehab) que, por meio de sua assessoria de imprensa, informou que o responsável sobre a questão dos reassentamentos estava com a agenda lotada e não poderia conceder entrevistas.</p>
<p>Em nota, a assessoria afirmou que as indenizações serão pagas, mas apenas para os moradores que residiam em “situação regular”. “As moradias regularizadas atingidas pela enchente que tiverem de ser removidas serão indenizadas”, afirma a nota, sem mencionar prazos para o pagamento.</p>
<p><strong>Reassentamento</strong><br />
Ainda de acordo com as informações enviadas pela Sehab, os moradores que residem em ocupações irregulares não são proprietários e, por isso, “não cabe desapropriação”. Nesse caso, o que a secretaria realiza é “a avaliação das benfeitorias das casas segundo os critérios da prefeitura”. Assim, as famílias poderão optar entre receber o valor estipulado ou o auxílio-aluguel, de R$ 300 mensais e válido por seis meses “até receberem as unidades habitacionais definitivas, que serão construídas nos 8 (oito) terrenos na região, decretados de interesse social em janeiro”.</p>
<p>Os prazos de reassentamento, contudo, não foram fixados porque dependem do cronograma das obras, sob responsabilidade do Departamento de Águas e Energia Elétrica (DAEE). Procurado, o órgão não retornou as mensagens enviadas pelo Brasil de Fato. As garantias de reassentamento da Sehab, no entanto, não são suficientes para tranquilizar os moradores.</p>
<p>Na época das enchentes, algumas famílias desabrigadas foram levadas para unidades da Companhia de Desenvolvimento Habitacional Urbano (CDHU) em Itaquaquecetuba (cidade a cerca de 40 quilômetros de São Paulo), mas em péssimas condições. Segundo relatos, 17 pessoas chegaram a ocupar um mesmo apartamento. Além disso, o prédio apresenta rachaduras e não há tratamento de água nem esgoto.</p>
<p>Já o chamado “bolsa-aluguel” logo se mostrou insuficiente, já que a distribuição do benefício fez surgir a especulação imobiliária no local. De acordo com Maria Zélia, antes era possível alugar uma casa de dois ou três cômodos por cerca de R$ 200. Atualmente, o custo para o mesmo tipo de imóvel oscila entre R$ 400 e R$ 600. “O aluguel aumentou de forma bem absurda, e quem tem filhos não consegue alugar casa”, conta.</p>
<p><strong>Sem assistência</strong><br />
Além disso, de acordo com relatos, a parca assistência recebida pelas famílias na época das enchentes – colchões finos e algumas cestas básicas – fez com que muitas famílias usassem o dinheiro para comprar colchões e outros itens de necessidade básica. Assim, restou a elas voltarem para suas antigas casas, que não haviam sido demolidas, ou se acomodarem na casa de amigos e parentes.</p>
<p>Com o fim dos seis meses do auxílio-aluguel, muitas famílias também têm tentado renovar o benefício, em vão. “Eles [prefeitura] não estão renovando o cadastro. Muitas pessoas ligam lá, e eles nem atendem”, diz Maria Zélia.</p>
<p>As famílias questionam a demora para a construção nas oito áreas de interesse social. De acordo com Maria Zélia, em nenhum dos terrenos foi iniciada qualquer obra. “Muitos ainda estão em atividade”, revela a moradora. Além disso, a prefeitura estaria querendo financiar as unidades da CDHU, em vez de doá-las a quem perdeu ou perderá sua casa.</p>
<p>As incertezas trazem insegurança aos moradores, que se declaram apreensivos com a situação. Ainda em sua casa, na Chácara Três Meninas, Maria Fernanda Brito Moura resume o sentimento das comunidades. “Está todo mundo apavorado. Eu mesma estou apavorada de, a qualquer momento, encostar aí alguém [da prefeitura] sem nenhuma solução de indenização, de moradia, de nada. Porque não tem nenhum projeto”, reclama.</p>
<p>“Se queriam fazer tudo isso [construir o parque], porque não pensaram em habitação para o povo?”, questiona Marcia, do Jardim Romano, de onde está prevista a saída de 800 famílias. “Este ano ninguém tem mais sossego. A auto-estima de muitos fica lá embaixo. É um ponto de interrogação que fica”, completa.</p>
<p><strong>Acampamento</strong><br />
Com o objetivo de denunciar as remoções e pressionar a prefeitura a construir casas populares, cerca de 100 famílias ocuparam, em 17 de abril, um dos terrenos de interesse social, localizado na Vila Curuçá. O acampamento “Alagados do Pantanal”, como ficou conhecido, foi despejado no dia 21 de maio, com forte aparato policial. “Uma coisa interessante é que o dono pediu reintegração de posse, e quem mandou todo o aparato foi a prefeitura, não foi o dono do terreno”, salienta Maria Zelia.</p>
<p>No dia seguinte ao despejo, as famílias organizaram uma passeata em direção à subprefeitura de Itaim-Vila Curuçá, mas foram recebidos por bombas de gás lacrimogêneo. Os manifestantes ainda pleitearam uma audiência com o subprefeito, mas conseguiram apenas a inscrição em mais um cadastro. Nesse dia, de acordo com Maria Zélia, foi anunciado pelos representantes da prefeitura que cerca de 28 mil famílias deveriam ser removidas devido às obras do parque.</p>
<p>Para a integrante do Movimento Terra Livre, o intuito é utilizar a área para abrigar, além do parque, apartamentos para famílias de classe média alta. Ela frisa que, em alguns locais, já estão sendo construídos prédios que serão, posteriormente, financiados pela Caixa Econômica Federal através do Programa Minha Casa, Minha Vida. “Com certeza, nossa área vai ser toda demolida para construir apartamentos para ricos. Eles não estão falando em reurbanizar a área?”, salienta.</p>
<p><strong>Paraisópolis</strong><br />
O programa de reurbanização da várzea do rio Tietê repete outros casos da capital paulista. Um exemplo é a comunidade de Paraisópolis, na zona sul da capital paulista, vizinha ao bairro rico do Morumbi, onde dezenas de famílias perderam suas casas devido a obras de intervenção urbanística. Como soluções, a Secretaria de Habitação apresentou, além do vale-aluguel e dos chamados cheques-despejo, albergues apertados e sem infra-estrutura. “Eles não estão nem aí para o que chamam de pobreza. Eles querem desinfetar a área, tirar o que chamam de pobre”, sentencia Maria Zélia.</p>
<p>O <strong>deputado estadual Raul Marcelo (Psol)</strong>, que têm realizado visitas às comunidades, também condena o abandono das famílias por parte do Estado. Para ele, é “curioso” o fato de o projeto do parque linear citar somente a remoção de residências e não fazer alusão às empresas que atuam na região.</p>
<p>Em janeiro deste ano, a empresa de produtos alimentícios Bauducco foi acusada pela Secretaria Estadual do Meio Ambiente de aterrar a várzea do rio Tietê, na área onde fica seu centro de armazenamento, em Guarulhos, na região metropolitana de São Paulo. Para Marcelo, a prefeitura está perdendo a oportunidade de resolver as questões habitacionais da cidade. “Essas famílias vão ocupar as várzeas, só muda o problema de lugar”, lamenta.</p>
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		<title>Raul Marcelo presta solidariedade à greve do judiciário</title>
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		<pubDate>Wed, 07 Jul 2010 23:54:01 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[greve]]></category>

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		<description><![CDATA[Nesta quarta-feira (7/7), o deputado estadual Raul Marcelo esteve presente no ato realizado pelos servidores do sistema judiciário para declarar o apoio do mandato à categoria.
Os trabalhadores, que estão em greve há 61 dias, reivindicam reajuste salarial, melhores condições de trabalho, novos concursos públicos e a aprovação do novo Plano de Cargos e Salários, que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nesta quarta-feira (7/7), o deputado estadual Raul Marcelo esteve presente no ato realizado pelos servidores do sistema judiciário para declarar o apoio do mandato à categoria.</p>
<p>Os trabalhadores, que estão em greve há 61 dias, reivindicam reajuste salarial, melhores condições de trabalho, novos concursos públicos e a aprovação do novo Plano de Cargos e Salários<span id="more-2597"></span>, que está parado no Congresso desde novembro de 2009.</p>
<p>A mobilização reúne servidores do Tribunal Regional Eleitoral (TRE), do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) e das justiças Federal e Militar da União. Há 8 anos a categoria não recebe reajuste salarial e necessita de renovação do quadro de trabalhadores, que está sobrecarregado pela falta de contratações.</p>
<p>Prestando solidariedade aos trabalhadores, Raul Marcelo salientou que a justificativa da qual lança mão o governo para negar as reivindicações dos trabalhadores é um engodo. “O governo diz que não tem dinheiro, mas não é verdade. A União tem recursos o bastante para bancar todas as reivindicações da categoria, haja vista o montante gasto com pagamento de dívida pública federal, que queima cerca de R$ 400 bilhões, dinheiro dos trabalhadores que deveria ser pago aos trabalhadores”, explicou o deputado.</p>
<p>Raul Marcelo também lembrou que o PSOL sempre esteve em defesa dos servidores públicos e, também por isso, não poderia deixar de declarar seu apoio. “Foi assim, inclusive, quando em 2003 nos colocamos contra a reforma da previdência do governo Lula”, lembrou.</p>
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		<title>Entidades pedem mudança de nome de praça na PUC-Campinas</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Jul 2010 20:26:14 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Campinas]]></category>
		<category><![CDATA[ditadura militar]]></category>

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		<description><![CDATA[Entidades que lutam pelo direito a memória, à verdade e à justiça – entre elas o grupo “Tortura Nunca Mais” &#8211;  lançaram manifesto exigindo que a Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC) mude o nome da praça “Emilio Garrastazu Médici” situada no campus da universidade para “Praça Frei Tito de Alencar Lima”, em memória [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Entidades que lutam pelo direito a memória, à verdade e à justiça – entre elas o grupo “Tortura Nunca Mais” &#8211;  lançaram manifesto exigindo que a Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC) mude o nome da praça “Emilio Garrastazu Médici” situada no campus da universidade<span id="more-2589"></span> para “Praça Frei Tito de Alencar Lima”, em memória dos que lutaram e que ainda aguardam justiça.</p>
<p>O deputado Raul Marcelo (PSOL), que é autor do projeto de lei 395/2010 – que proíbe denominar vias, rodovias ou prédios públicos com nomes de pessoas que tenham praticado ou sido historicamente consideradas como participantes de atos de lesa-humanidade, tortura ou violação de direitos humanos &#8211;  apoia a reivindicação das entidades.</p>
<p>Dentro do estado democrático de direito não há espaço para homenagens que reverenciem a memória de torturadores e violadores de direitos humanos.</p>
<p>Leia o manifesto:</p>
<p><strong>PRAÇA “EMÍLIO GARRASTAZU MÉDICI” NUNCA MAIS!</strong></p>
<p>Em 1964 ocorreu no Brasil um golpe militar que instarou a mais longa ditadura que já vivenciamos. Foram vinte e um anos de repressão. Muitas pessoas foram presas e barbaramente torturadas; peças de teatro, jornais, revistas e livros foram censurados; órgãos como a UNE (União Nacional de Estudantes) postos na ilegalidade; os partidos políticos foram fechados, sendo permitida a existência somente de dois partidos; opositores foram exilados; civis julgados em tribunais militares; e até hoje temos desaparecidos políticos no Brasil: pessoas que foram presas, torturadas e desapareceram, não sendo esclarecido à família e à sociedade as circunstâncias desses desaparecimentos.</p>
<p>Para que possamos superar todos estes fatos faz-se necessário implementar os mecanismos da chamada Justiça de Transição. Estes mecanismos devem ser utilizados em países que passaram por regimes ditatoriais ou totalitários para que a democracia possa ser reconstruída. Há três preceitos básicos a serem implementados: verdade, justiça e reparação. A verdade, se relaciona com a abertura dos arquivos públicos, com a construção de monumentos e memoriais em homenagem às vítimas da ditadura. A justiça, com a punição dos culpados, sejam torturadores, mandantes ou financiadores. A reparação, se refere não somente a uma reparação econômica, mas também moral e política, ou seja, o amplo esclarecimento dos fatos.</p>
<p>A universidade, como espaço de livre pensamento, sempre foi um foco de construção democrática e de fomento de uma nova realidade, pautada na liberdade e na justiça. Através da ação de diversos de seus atores – e nem sempre institucionalmente – tem cumprido ao longo da história um importante papel na defesa das liberdades civis e dos Direitos Humanos, em sua resistência contra a opressão e à violência.</p>
<p>Dentro disso, é absurdo constatar que uma praça no principal campus da Pontifícia Universidade Católica de Campinas eternize a memória do general Emilio Garrastazu Medici, o general dos anos de chumbo da ditadura militar, responsável pelo endurecimento das perseguições políticas e pela efetiva implementação do nefasto Ato Institucional n°5 (AI 5), responsável por mortes, desaparecimentos forçados e torturas de presos políticos.</p>
<p>Curioso, ainda, que tal homenagem se refere à constante preocupação do ditador com “a educação e cultura do povo brasileiro”, apesar das prisões e exílios de intelectuais, da censura à músicas, peças teatrais e à imprensa e, especialmente, pelo ceifeamento do salutar debate acadêmico, então vigiado e sob forte controle dos agentes da repressão. Em tais termos, a cumplicidade desta universidade com o regime foi, além de imoral, escandalosa, cuja reparação é medida de rigor.</p>
<p>Para tanto, não basta a simples exclusão desta odiosa homenagem. Isso significa esquecimento, e o que necessitamos é de memória. Memória àqueles que lutaram e resistiram contra a ditadura, a fim de que esta não mais se repita.</p>
<p>Assim, dentro dos preceitos da Justiça de Transição, e em reconhecimento à resistência de diversos integrantes da Igreja que esta universidade representa, entendemos ser de plena justiça a homenagem à Frei Tito de Alencar Lima, histórico lutador e consequente vítima do regime ditatorial, cujas torturas o levaram ao suicídio.</p>
<p>Manter a homenagem aos algozes do povo brasileiro significa uma violência permanente. Este reconhecimento por parte da PUC-Campinas cumprirá um papel de reparação e uma oportunidade de remissão desta universidade, sedimentando um compromisso com o futuro e não mais com um passado sangrento.</p>
<p>PELO DIREITO A MEMÓRIA, À VERDADE E À JUSTIÇA.</p>
<p>PELO RESPEITO À MEMÓRIA DOS QUE MORRERAM E DESAPARECERAM LUTANDO POR UM BRASIL JUSTO E DEMOCRÁTICO.</p>
<p>PELA REPONSABILIZAÇÃO DOS TORTURADORES DO REGIME MILITAR.</p>
<p>As entidades que subcrevem este manifesto, junto com a solidariedade das demais entidades civis, pessoas físicas e jurídicas que o apoiam, exigem que a PUC-Campinas remova a homenagem à Ditadura Militar em sua praça “Emilio Garrastazu Médici”, ostentando no local a “PRAÇA FREI TITO DE ALENCAR LIMA (1945 – 1974)” em memória dos que lutaram e que ainda aguardam justiça.</p>
<p>Campinas, 05 de julho de 2010</p>
<p>Centro Acadêmico XVI de Abril<br />
Núcleo de Preservação da Memória Política<br />
Fórum de Ex-Presos  e Perseguidos Políticos do Estado de São Paulo<br />
Grupo Tortura Nunca Mais de São Paulo<br />
Conselho Estadual de Defesa dos Direitos da Pessoa Humana (CONDEPE)<br />
Fórum de Direitos Humanos de Campinas</p>
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		<title>7/julho &#8211; Ato dos servidores do Judiciário Federal em Greve – São Paulo</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Jul 2010 17:11:58 +0000</pubDate>
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		<title>25/julho &#8211; Jornada de lutas em homenagem ao dia do agricultor</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Jul 2010 11:33:48 +0000</pubDate>
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		<title>Áreas de esporte e lazer serão construídas em Sorocaba</title>
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		<pubDate>Thu, 01 Jul 2010 18:13:01 +0000</pubDate>
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A Câmara Municipal de Sorocaba aprovou, na tarde desta quinta-feira, 1º de julho, a celebração de convênio entre Município e o Governo do Estado de São Paulo para recebimento de R$ 920 mil reais em verbas para a construção de duas áreas de esporte e lazer no Parque São Bento e Parque das Paineiras (R$ [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter" src="/images/area_lazer.jpg" alt="" width="560" height="259" /></p>
<p>A Câmara Municipal de Sorocaba aprovou, na tarde desta quinta-feira, 1º de julho, a celebração de convênio entre Município e o Governo do Estado de São Paulo para recebimento de R$ 920 mil reais em verbas para a construção de duas áreas de esporte e lazer no Parque São Bento e Parque das Paineiras (R$ 460 mil para cada).<span id="more-2586"></span></p>
<p>Tais recursos são resultados de emendas apresentadas pelo deputado estadual Raul Marcelo (PSOL) ao Orçamento do Estado.</p>
<p>Em pouco mais de 3 anos na Assembleia Legislativa, Raul Marcelo conquistou mais de R$ 5 milhões em verbas para Sorocaba, sendo metade desse valor destinado à melhorias na educação.</p>
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		<title>PSOL oficializa candidatura de Plínio Arruda Sampaio</title>
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		<pubDate>Thu, 01 Jul 2010 00:26:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[eleições 2010]]></category>
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Cerca de 300 pessoas lotaram o Auditório Teotônio Vilela da Assembleia Legislativa de São Paulo, na manhã desta quarta-feira, para assistir à Convenção Nacional Eleitoral do PSOL, que homologou a candidatura de Plínio Arruda Sampaio para a presidência da república. O evento teve início às 10h30 com a fala de parlamentares do PSOL e diversos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter" src="/images/IMG_2270_por_fabio_Nassif.jpg" alt="" width="560" height="374" /></p>
<p>Cerca de 300 pessoas lotaram o Auditório Teotônio Vilela da Assembleia Legislativa de São Paulo, na manhã desta quarta-feira, para assistir à Convenção Nacional Eleitoral do PSOL, que homologou a candidatura de Plínio Arruda Sampaio para a presidência da república. <span id="more-2583"></span>O evento teve início às 10h30 com a fala de parlamentares do PSOL e diversos intelectuais apoiadores que estavam presentes. Participaram ainda militantes, representantes de movimentos sociais e dirigentes estaduais do partido de diversas regiões do país.</p>
<p>“Ninguém está aqui à toa. Todos têm um sonho e eu agradeço por ser o portador dele”. Assim Plínio deu início à sua fala. O candidato destacou a resistência dos brasileiros, afirmando que ela já dura mais de 500 anos. “Nosso povo é oprimido, mas nunca aceitou a opressão, sempre houve resistência”, afirmou.</p>
<p>Segundo ele, o PSOL nasceu para fazer a reconstrução da esperança, que o PT representava, mas que se perdeu pelo caminho. “Estamos em outro contexto, diferente da época em que o PT surgiu. Estamos diante de uma sociedade contente, conformadas com o capitalismo, que acha que muito mais do que isso não pode melhorar”, avaliou Plínio, dizendo que as eleições de 2010 serão tão duras quanto a travessia de um deserto. “Não esperemos facilidade e sucesso imediato. Nossa conquista será a da consciência de dever cumprido”, alertou.<br />
Plínio reafirmou que as candidaturas do PT, PSDB e PV representam a mesma ordem e que o PSOL quer acabar com a mesma. “Somos a candidatura da transgressão da ordem estabelecida”, destacou, lembrando que o partido tem em seu programa de governo ações que a burguesia não tem o interesse e nem coragem de empreitar, como as reformas agrária da educação e da saúde públicas; o fim à criminalização da pobreza e do movimento de desindustrialização pelo qual o país passa; uma reforma urbana que ataque a especulação imobiliária; e a redução da jornada de trabalho. “A reforma agrária não vai melhorar a produção agrícola, mas sim a vida do povo pobre. A redução da jornada de trabalho não é apenas para gerar mais emprego, mas para proporcionar tempo de lazer ao trabalhador, tempo para que ele possa pensar!”, explicou o candidato.</p>
<p>Plínio reafirmou seu compromisso com o socialismo e fez questão de colocar que sua candidatura é do PSOL e que fará a campanha em conjunto com o partido. “Unidos vamos restabelecer e liberar essa esperança e esse sonho que o brasileiro quer colocar para fora!”, concluiu Plínio legitimado pelos aplausos da plateia.</p>
<p>Parlamentares e apoiadores<br />
Em sua fala, o deputado federal Ivan Valente (PSOL-SP) ressaltou a história e trajetória política de Plínio e convocou a militância a furar o bloqueio da mídia e a fazer uma campanha animada, com muita coragem e movimento. “Existe um espaço à esquerda para ser ocupado e ele é do PSOL”, afirmou Valente. Ele relembrou ainda as conquistas mais recentes do partido na câmara federal “É uma grande vitória um partido com apenas três deputados conseguir instalar uma CPI da dívida pública”, destacou. A fala do deputado empolgou os ouvintes e levantou gritos de luta da plateia, que cantou “É socialista, é coerente, Plínio de Arruda presidente!”</p>
<p>De acordo com o deputado estadual Carlos Giannazi (PSOL-SP), a candidatura de Plínio é a única que poderá fazer um debate crítico do sistema atual. “Isso porque ela rompe com a falsa polarização entre PT e PSDB”, disse ele. O deputado federal Chico Alencar (PSOL-RJ) complementou afirmando que a convenção estava sendo a celebração do contraponto. “ É preciso mostrar que o país não está tão bem quanto dizem. Nossa nação é uma loteria biológica, onde dois em cada três brasileiros não terão uma vida digna e decente. Nosso Índice de Desenvolvimento Humano ainda é muito baixo”, salientou. O senador José Nery (PSOL-PA) também destacou problemas como o trabalho escravo e infantil e o desemprego que infestam todo o país. “Não podemos manter o povo na situação de miséria e violência a que está submetidos. Mas é preciso dizer para as pessoas que o Brasil tem jeito e é somente com Plínio na presidência da república”, declarou.</p>
<p>Já a deputada federal Luciana Genro (PSOL – RS) afirmou que a luta nessas eleições será muito difícil. “Começando pelo boicote da mídia, que só considera três candidaturas”. Ela destacou ainda a falta de recursos do partido frente às máquinas eleitorais milionárias do PT e do PSDB, financiadas pelos maiores bancos do país. “Mas em contraposição temos um grande patrimônio que construímos com nossas ações políticas, como na luta contra a corrupção. Dessa marca não podemos abrir mão e Plínio representará tudo isso muito bem”, concluiu ela arrancado aplausos da plateia.</p>
<p>Com o fim da fala dos parlamentares, os intelectuais presente também manifestaram seu apoio a Plínio. “Nosso atual presidente é um síndico do capital. Vamos nessa eleição em romaria, com Plínio à nossa frente. Plínio, você tem nossa bênção”, anunciou Dom Tomás Balduíno, bispo emérito de Goiás. O geógrafo Aziz Ab’Saber fez questão de destacar o equilíbrio e a sensibilidade de Plínio. “Ele não pensa no outro, ele pensa nos outros. Estou com muito fervor em termos desta candidatura”, declarou emocionado. Waldemar Rossi, membro da Pastoral Operária, também destacou a unicidade de Plínio nessas eleições. “Só ele pode mostrar ao povo que esse modelo vigente não serve. Isso porque fala de forma simples, mas com muita profundidade. Não posso negar apoio a este homem, conhecendo sua história”, disse. O cineasta Silvio Tendler e os sociólogos Chico de Oliveira e Heloísa Fernandes, também marcaram presença no evento e declararam seu apoio ao candidato do PSOL.</p>
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		<title>Raul Marcelo tentará reeleição à Assembleia</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Jun 2010 13:21:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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O deputado estadual Raul Marcelo, líder da bancada do Partido Socialismo e Liberdade (PSOL) na Assembleia Legislativa, teve sua pré-candidatura à reeleição oficializada há uma semana, durante convenção do partido. Na manhã de ontem, ele apresentou o presidente do diretório municipal do partido, Rodrigo Chizolini, como pré-candidato a deputado federal. As [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>JORNAL CRUZEIRO DO SUL |<br />
</strong></p>
<p>O deputado estadual Raul Marcelo, líder da bancada do Partido Socialismo e Liberdade (PSOL) na Assembleia Legislativa, teve sua pré-candidatura à reeleição oficializada há uma semana, durante convenção do partido. Na manhã de ontem, ele apresentou o presidente do diretório municipal do partido, Rodrigo Chizolini, como pré-candidato a deputado federal. <span id="more-2576"></span>As candidaturas compõem pela primeira vez na cidade uma chapa completa da sigla, que tem Plínio de Arruda Sampaio como candidato à Presidência da República e Paulo Búfalo ao governo do Estado.</p>
<p>Segundo o deputado, o partido estuda a possibilidade de uma coligação com o Partido Comunista Brasileiro (PCB)*. &#8220;Estamos com perspectiva de ampliar nossa bancada. De 94 deputados estaduais, temos dois, mais um deputado federal. A ideia é dobrar a bancada de deputados estaduais e conquistar mais uma vaga na Assembleia Legislativa&#8221;.</p>
<p>Para tanto, Raul Marcelo acredita que a internet terá participação fundamental. &#8220;É uma novidade que veio para ficar nas campanhas e contribui para a democracia. Temos pouco tempo na televisão, então vamos disponibilizar nossa própria televisão na internet&#8221;, declarou o candidato, que também espera difundir os ideais partidários e suas propostas por meio da militância política.</p>
<p>Na avaliação do deputado, as principais carências da região de Sorocaba estão concentradas em duas vertentes: a primeira diz respeito à própria cidade, com necessidade de investimentos para centros tecnológicos que favoreçam a qualificação e formação profissional com o objetivo de viabilizar plantas industriais inovadoras. A outra questão considerada pelo candidato como prioritária é o investimento e proteção à agricultura familiar, atividade avaliada por ele próprio como intensa nas cidades da região. &#8220;Precisamos sair dessa agricultura arcaica&#8221;, disparou.</p>
<p>Para Rodrigo Chizolini, a discussão em torno de questões ambientais, como a preservação e o fortalecimento de leis que restringem a utilização agrária em áreas de preservação, é uma bandeira a ser levantada em seu possível mandato em Brasília. O pré-candidato também criticou os índices de investimento para a amortização da dívida interna e externa em detrimento de recursos para a educação. &#8220;A Universidade Federal de São Carlos (Ufscar) poderia ampliar o número de vagas em relação às que são oferecidas hoje, bastante inferior em relação à demanda&#8221;, finalizou.</p>
<p>*No texto original do jornal foi publicado, equivocadamente, que a possível coligação seria com o Partido Trabalhista Brasileiro (PTB).</p>
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		<title>Raul Marcelo acompanha audiência pública que discutirá situação de feirantes</title>
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		<pubDate>Tue, 29 Jun 2010 19:36:31 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Na tarde desta quarta-feira (30 de junho), o deputado estadual Raul Marcelo participará de audiência pública realizada no auditório Prestes Maia da Câmara Municipal de São Paulo (Viaduto Jaceguai, 100 &#8211; 1o andar &#8211; Centro). O evento terá início às 15 horas e discutirá o decreto do prefeito Gilberto Kassab que reduziu o horário de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Na tarde desta quarta-feira (30 de junho), o deputado estadual Raul Marcelo participará de audiência pública realizada no auditório Prestes Maia da Câmara Municipal de São Paulo (Viaduto Jaceguai, 100 &#8211; 1o andar &#8211; Centro). <span id="more-2574"></span>O evento terá início às 15 horas e discutirá o decreto do prefeito Gilberto Kassab que reduziu o horário de funcionamento das feiras livres na capital, prejudicando feirantes e consumidores. O coordenador das sub-prefeituras do município de São Paulo, Ronaldo Camargo, deverá estar presente à audiência, convocada pelo vereador Jamil Murad após manifestação dos trabalhadores exigindo posicionamento do legislativo paulistano e a revogação do decreto do prefeito.</p>
<p>Desde o dia 30 de janeiro, o horário de funcionamento das feiras foi reduzido em uma hora (das 13h30 para 12h30 o atendimento e das 15 horas para as 14 horas o limite de tempo para limpeza das vias onde as feiras funcionam). A medida causou indignação à categoria dos trabalhadores nas feiras livres, que organizaram um protesto em frente à Prefeitura no último dia 7 de junho, e também à população &#8211; prejudicada porque as famosas promoções de final de feira estão cada vez mais raras e os consumidores têm menos tempo de acesso a produtos mais frescos e baratos que nos grandes supermercados.</p>
<p>Em um abaixo-assinado organizado por comissões de feirantes de todas as zonas da cidade, mais de 5o mil pessoas subscreveram texto pedindo a volta do antigo horário de funcionamento das feiras. Até hoje a prefeitura não se pronunciou a respeito.</p>
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